segunda-feira, 9 de julho de 2012
terça-feira, 3 de julho de 2012
CEBRID - Centros de Referência de Combate ao Crack
CURSO-CONVITE
Como parte das atividades do Programa de Enfrentamento do Crack, estabelecido pelo Governo Federal, o Ministério da Justiça através da Secretaria Nacional de Política sobre Drogas (SENAD), publicou o Edital do Chamamento Público nº 1/2012 (DOU 23/05/12) (anexo), possibilitando que instituições públicas federais capacitadas estabeleçam “Centros de Referência de Combate ao Crack”.
De acordo com o Edital os Centros aprovados terão por principal função aprimorar e estender cursos, melhor capacitando profissionais em várias linhas, conforme detalhado no anexo.
O processo de Credenciamento para o qual o Cebrid - Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas, ligado ao Departamento de Medicina Preventiva da UNIFESP, tem totais condições de atender, estabelece em seu item 3.2:
3.2. Para concorrer a este Chamamento Público, as IES deverão enviar os seguintes documentos: a. Ofícios dos secretários de saúde e assistência social municipais, da área de abrangência do projeto, firmando compromisso de parceria, no sentido de disponibilizar os profissionais das respectivas redes para o comparecimento nos cursos mencionados no item 2;
Assim, para possibilitar o planejamento e realização dos citados cursos, as instituições interessadas em inscrever sues profissionais, deverão fornecer ofício de concordância aceitando que seus funcionários, no futuro, frequentem estes cursos.
Este ofício deverá ser endereçado e enviado ao CEBRID, no endereço que consta no corpo do ofício anexo.
Lembro ainda que os cursos serão realizados em São Paulo e não terão ônus para os participantes.
Como o Credenciamento para Centro de Referência de Combate ao Crack tem prazo para término, solicitamos aos interessados que envio do ofício seja feito o mais rapidamente possível.
Em caso de dúvida estamos a disposição, no telefone abaixo, assim como o CEBRID, no telefone 11 5576-4997
Atenciosamente,
Vladmir Favalli
Assistente Técnico COED-SP
Tel.: (11)3291-2634 (11)3291-2658
Como parte das atividades do Programa de Enfrentamento do Crack, estabelecido pelo Governo Federal, o Ministério da Justiça através da Secretaria Nacional de Política sobre Drogas (SENAD), publicou o Edital do Chamamento Público nº 1/2012 (DOU 23/05/12) (anexo), possibilitando que instituições públicas federais capacitadas estabeleçam “Centros de Referência de Combate ao Crack”.
De acordo com o Edital os Centros aprovados terão por principal função aprimorar e estender cursos, melhor capacitando profissionais em várias linhas, conforme detalhado no anexo.
O processo de Credenciamento para o qual o Cebrid - Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas, ligado ao Departamento de Medicina Preventiva da UNIFESP, tem totais condições de atender, estabelece em seu item 3.2:
3.2. Para concorrer a este Chamamento Público, as IES deverão enviar os seguintes documentos: a. Ofícios dos secretários de saúde e assistência social municipais, da área de abrangência do projeto, firmando compromisso de parceria, no sentido de disponibilizar os profissionais das respectivas redes para o comparecimento nos cursos mencionados no item 2;
Assim, para possibilitar o planejamento e realização dos citados cursos, as instituições interessadas em inscrever sues profissionais, deverão fornecer ofício de concordância aceitando que seus funcionários, no futuro, frequentem estes cursos.
Este ofício deverá ser endereçado e enviado ao CEBRID, no endereço que consta no corpo do ofício anexo.
Lembro ainda que os cursos serão realizados em São Paulo e não terão ônus para os participantes.
Como o Credenciamento para Centro de Referência de Combate ao Crack tem prazo para término, solicitamos aos interessados que envio do ofício seja feito o mais rapidamente possível.
Em caso de dúvida estamos a disposição, no telefone abaixo, assim como o CEBRID, no telefone 11 5576-4997
Atenciosamente,
Vladmir Favalli
Assistente Técnico COED-SP
Tel.: (11)3291-2634 (11)3291-2658
sábado, 12 de maio de 2012
CONVITE SEMINÁRIO
Data: 28 a 30/05.
A Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP realizará oSeminário: "A Cracolândia muito além do crack", a realizar-se nos dias 28/05; 29/05; 30/05, no Anfiteatro João Yunes, sendo que no dia 28 ocorrerá das 18h00 às 21h00 e nos demais dias das 09h00 às 18h00.
O evento tem o apoio da Comissão de Cultura e Extensão (CCEX) da FSP USP e será transmitido ao vivo via Internet (IPTV USP).
Serão fornecidos certificados somente aos participantes presenciais inscritos.
A Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP realizará oSeminário: "A Cracolândia muito além do crack", a realizar-se nos dias 28/05; 29/05; 30/05, no Anfiteatro João Yunes, sendo que no dia 28 ocorrerá das 18h00 às 21h00 e nos demais dias das 09h00 às 18h00.
O evento tem o apoio da Comissão de Cultura e Extensão (CCEX) da FSP USP e será transmitido ao vivo via Internet (IPTV USP).
Serão fornecidos certificados somente aos participantes presenciais inscritos.
- Veja aqui, a programação na íntegra: ou
http://www.fsp.usp.br/site/eventos/mostrar/2081
Inscrições poderam ser feitas no local, no dia do evento.
quinta-feira, 10 de maio de 2012
CONVITE
Seminário para Profissionais
VALE HISTÓRICO
30/05/2012
Das 14:00 as 17:00 Horas
Local : FATEA Av:Peixoto de Castro 539
Palestrantes
Dr.Celso Carneiro
Alcoolismo na Visão Médica
Camila Ribeiro
Alcoolismo na empresa ,sociedade e família
Dr. Olney Fontes
Recuperação em Alcoólicos Anônimos
Serão fornecido certificados aos participantes.
Pedimos confirmar sua presença pelos tels
12-8810.534 /
8161.0170 / 3143.6037
Após as palestras
haverá uma pequena confraternização.
ALCOÓLOCOS ANÔNIMOS
C.T.O XXIV DISTRITO
VALE HISTÓRICO
TAUBATÉ12-3621.3622
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Escravas do crack: elas mantêm o seu vício usando o próprio corpo como moeda
"Fazia três dias que eu estava na rua, só fumando crack. Não sentia fome, então não comia. Carregava uma barriga de nove meses. A filha era do meu marido, com quem eu terminava e reatava na tentativa de retomar minha vida.
Leia mais: O balneário egípcio de Dahab se tornou o destino de grávidas que querem realizar o parto dentro da água
Uma hora percebi que ela ia nascer. Voltei para casa da minha mãe. Pedia para entrar, mas ela não abria a porta. Não acreditava no que eu dizia, achava que eu estava louca de crack, que queria enganá-la, dar escândalo. E as dores aumentando. E ela se recusando a abrir a porta. Quando finalmente se convenceu a abrir, a cabeça da minha filha estava quase para fora. A menina nasceu no chão da cozinha, sem ajuda de ninguém. Minha mãe a aparou e chamou a polícia, que nos levou a um hospital. Isso faz dois anos e agora estou passando por tudo isso de novo. É um filme de terror.” Daniela*, 27 anos, enuncia os fatos com objetividade, quase frieza.
É como se a narrativa não pertencesse à vida dela. Enquanto encaixa uma frase em outra, com português perfeito, deixa entrever sua instrução. Completou o ensino médio, fez cursos de informática, culinária, cabeleireira, sonhou em fazer faculdade de moda. Casou-se, teve três filhos, uma loja de materiais de informática, casa própria, carro do ano, renda familiar de mais de R$5 mil por mês. No rosto bonito, emoldurado pelo cabelo cuidadosamente despenteado, ao estilo black power, ela exibe a marca da sua história. Um buraco do tamanho de uma moeda de dez centavos no meio da testa, consequência de um tombo de moto sofrido quando estava drogada, e alguns dentes quebrados no sorriso branco e largo, por surra ou falta de higiene adequada, fazem com que se lembre todos os dias que ela abandonou tudo para ficar com o crack.
A relação de Daniela com o crack começou há quatro anos, quando uma amiga ofereceu a ela uma pedra, numa festa. Até então, seu contato com drogas era meramente recreativo e controlado. Ela fumava maconha de vez em quando, sempre escondida, porque o marido não gostava. Um mês depois de provar crack, Daniela já estava compulsiva. Ficou agressiva com os filhos (o mais velho não chegava aos 10 anos de idade), distante do marido. Planejava desviar os R$80 semanais da feira para comprar pedra. Acabou saindo de casa. Foi perambular pelas ruas. Perdeu o controle sobre sua história. “A droga deforma o caráter”, afirma. Sem nunca ter tido passagem pela polícia, começou a roubar. “Mas eu era muito ruim nisso, ia acabar morrendo. Me prostituir foi a saída pra não depender de ninguém e conseguir a droga.” Ela, que tinha tido apenas quatro parceiros sexuais, contabiliza agora pelo menos 250 homens para quem vendeu o corpo nos últimos três anos. “Eu fazia de tudo, dependendo do cara e da minha fissura. Era dentro do carro, num canto escuro da rua, na casa do cara, no motel. Eu tinha um preço, mas no fim, o cara pagava R$5, R$10, ou pagava em pedra mesmo.” Grávida de cinco meses, de um menino, ela está há pouco mais de um mês abrigada no Amparo Maternal, um alojamento para mulheres em situação vulnerável conveniado à Prefeitura de São Paulo. Ali, ela fica longe da droga. “Mas ainda sinto o gosto da pedra na boca”, diz. Não existe qualquer remédio capaz de ajudá-la a se livrar do vício. Não é a primeira vez que Daniela tenta. Ela já esteve internada em clínicas particulares, custeadas pela família, em duas ocasiões. Mas a cada nova recaída sua situação fica pior. A mãe não fala mais com ela, o marido, que hoje cuida da filha que nasceu na cozinha, a abandonou, as irmãs sentem vergonha dela, os filhos têm medo e saudade — o mais velho dorme abraçado à foto dela. Daniela chora ao rememorar almocinhos de domingo na casa da mãe, ou as festas de aniversário que ganhava na adolescência. É nesses momentos que parece se lembrar de quem é. “Quero jogar fora o rótulo de prostituta e noia. Eu sei que é difícil acreditar, é difícil as pessoas me perdoarem, mas agora quero fazer isso por mim mesma. Estou decidida que o próximo Natal vai ser diferente, longe da biqueira (boca de fumo).”
"Ao se prostituir, a mulher passou a ser a melhor cliente do tráfico. Com o corpo, ela sustenta
o seu vício e o do companheiro"
Solange Nappo, toxicologistaO ENCONTRO COM A DROGA
O destino de Daniela é um desafio não só para ela. A sociedade e o poder público não sabem como resolver o problema dela e de outras mulheres viciadas em crack. Ninguém consegue precisar quantas são dependentes da droga hoje. Mas sabe-se que o problema aumenta pela disparada do número de mulheres grávidas e doentes que apelam à rede pública de serviços. Quando a droga desembarcou no Brasil, na década de 90, os dependentes costumavam ser jovens, negros e pobres. Os usuários não sobreviviam ao uso por mais de um ano. Morriam pelo efeito da droga ou do entorno violento. O tráfico era bastante limitado, a produção, artesanal. “Mas sabíamos que, tendo efeito mais poderoso do que o da cocaína, o crack não ficaria restrito a uma classe social mais baixa”, afirma a toxicologista Solange Nappo, que há 20 anos estuda a dinâmica do uso de crack no Brasil e publicou seus estudos no recém-lançado O Tratamento do Usuário de Crack (Artmed). “Para o usuário, não existe ‘droga de rico’ e ‘droga de pobre’. Existe a droga que dá mais ou menos prazer.” O consumo da pedra se expandiu nos anos 2000. Os traficantes temiam vender em larga escala uma droga que matava os clientes em pouco tempo. Além de perderem a clientela, as bocas de fumo ainda tinham que arcar com as dívidas que esses homens deixavam. O crime organizado percebeu que a lucratividade do crack aumentaria se os traficantes conseguissem alongar a sobrevida do usuário. A mulher se mostrou um bom negócio. “Incluí-las na cultura do crack foi uma estratégia genial para eles”, afirma Solange. “Ela passou a ser a melhor cliente do tráfico, porque criou sua própria estratégia de obter dinheiro e de sustentar o vício dos homens, que agora vivem mais. Foi a pior coisa que poderia ter acontecido para a sociedade.”
A PROSTITUIÇÃO
Assim como Daniela, outras mulheres perceberam rápido sua falta de destreza para o roubo. Elas não assustavam ninguém, não tinham força para machucar, não sabiam atirar. Quando faziam parte de uma quadrilha, invariavelmente, recebiam menos do que os homens. Nunca conseguiam comprar droga fiado. “Com a ajuda do traficante, que quase sempre é o primeiro cliente, elas descobriram uma carreira solo: se prostituir”, diz Solange. Nos últimos anos, ela acompanhou a trajetória de 76 usuárias — de analfabetas àquelas com curso superior, de miseráveis a abastadas. Descobriu que quase 90% delas vendiam o corpo para comprar crack. “Não importa a classe social, a religião, a origem, todas agem da mesma maneira. Ao se prostituir, sempre têm dinheiro para pagar o traficante. Se ela precisar de 30 homens num dia para pagar a dívida na boca, vai transar com todos.” Daniela confirma: “Lá na boca onde eu comprava, uma vez, me chamaram de vagabunda. Pedi para falar com o dono da boca. Ele veio e deu uma dura nos funcionários, disse que as mulheres são as melhores clientes, boas pagadoras e que eu nunca ficava devendo nada ali.”
A provedora O dinheiro dos programas feitos pelas mulheres resolveu também o problema dos homens. O sorriso largo, o corpo esguio, os seios empinados sustentaram não só a fome de pedra de Amanda*, 22 anos, como a do namorado dela, que a apresentou ao crack quando ela ainda era adolescente. Ele percebeu que na rua ela trazia muito mais dinheiro do que ele podia conseguir com os roubos que praticava. Passou a explorá-la sexualmente. Comprava roupas, eletrodomésticos com o dinheiro que Amanda ganhava dos clientes. Ela trocou de namorado, mas todos os demais companheiros se comportavam de maneira semelhante ao primeiro. Em sete anos de vício, o crack a levou a Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. “Eu ia aonde me pagavam mais pelo programa e a droga era melhor. Cheguei a transar com mais de mil homens”, diz Amanda. “Podia ter ganhado muito dinheiro, mas gastei tudo com droga para mim e para os outros.” Solange Nappo afirma que por trás de uma mulher usuária de crack quase sempre há um homem, um companheiro. “Esse sujeito deixa de se expor, se resguarda, e a mulher passa à linha de frente no crack. É ela a provedora do casal”, diz.
"Desde que me viciei em crack, transei com mais
de mil homens. Nunca usei camisinha" Amanda
Fonte:Marie Claire
quarta-feira, 4 de abril de 2012
SENAD CONVIDA
A Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas - SENAD, do Ministério da Justiça, está promovendo os seguintes concursos:
· XIII Concurso Nacional de Cartazes, direcionado a estudantes do 2º ao 5º ano do Ensino Fundamental;
· II Concurso Nacional de Vídeo, direcionado a estudantes do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental e de todo Ensino Médio;
· X Concurso Nacional de Fotografia e o X Concurso Nacional de Jingle, para o público em geral, e
· XI Concurso de Monografia, dirigido ao público universitário.
Este ano o tema é "A Prevenção do uso de Droga é Compromisso de todos".
Participe!
Os trabalhos deverão ser postados até o dia 27 de abril de 2012.
Os Regulamentos dos concursos estão no site www.obid.senad.gov.br
sexta-feira, 30 de março de 2012
Auditoria no Sisnad: Bens do tráfico de drogas demoram a ser vendidos
| O Tribunal de Contas da União (TCU), em auditoria realizada no Sistema Nacional de Políticas Públicas Sobre Drogas (Sisnad), verificou que a Secretaria Nacional de Políticas Sobre Drogas (Senad), por meio do Fundo Nacional Antidrogas (Funad), não tem conseguido realizar tempestivamente os leilões dos bens apreendidos em ações de combate ao tráfico de drogas. De acordo com o relatório, calcula-se em aproximadamente 14 anos o tempo médio entre a apreensão e a alienação desses bens, considerando que um processo judicial leva, em média, oito anos. Dos 7.214 bens registrados na base de dados do Funad que possuem valor econômico – veículos, aeronaves, imóveis, embarcações e joias –, estima-se que 2.889, quase 40%, aguardam a realização do leilão. O tempo médio de espera é de aproximadamente seis anos, mas 663 deles, o que corresponde a 22%, estão prontos para venda há mais de oito anos. Outros 261 estão na fila há mais 14 anos. Os mais velhos – são 41 bens – aguardam o leilão em tempo superior a 20 anos. De acordo com o relatório, a demora faz os bens perderem o valor econômico, já que com o passar do tempo eles sofrem grande depreciação e desvalorização. Isso faz com que os valores revertidos ao Funad sejam significativamente inferiores ao valor original, diminuindo a arrecadação e disponibilização de recursos destinados às ações de combate à oferta de drogas, e às ações de prevenção e ao tratamento dos usuários e dependentes. O Funad contava, à época da auditoria, com 22 servidores e recebia, em média, 300 novos processos por mês. De acordo com o Senad, o tempo necessário para a realização dos leilões é em torno de três a cinco meses. Eles são realizados diretamente pela secretaria, por meio do fundo, ou pelos estados, com base em convênios, onde um servidor do Funad necessariamente participa da comissão de licitação. Dez estados mantêm convênio com a Senad, mas apenas dois deles estão localizados na região de fronteira – Amazonas e Pará. Entre 2006 e 2010, foram leiloados 3.572 bens e arrecadados R$ 12,4 milhões. A Senad, por meio do Funad, realizou dez leilões e arrecadou R$ 3,9 milhões com a venda de 818 bens. Os estados realizaram 28 leilões, onde foram alienados 2.754 bens e arrecadados R$ 8,5 milhões. O relatório também aponta que a venda antecipada desses bens, autorizada pela legislação desde 2006, tem sido pouco utilizada pelos magistrados, muito embora haja recomendação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Nesse caso, a quantia arrecadada na alienação antecipada do bem deve permanecer em conta judicial até o final da ação penal, quando será transferida ao Funad. “Ao invés de o bem depreciar e desvalorizar durante esses anos necessários ao julgamento da ação penal, o valor arrecadado em leilão, referente ao bem pode permanecer depositado em conta judicial, devidamente remunerada”, diz o relatório. O TCU recomendou ao Ministério da Justiça (MJ) avaliar a adequação do quadro de servidores do Funad, para que o fundo possa realizar os leilões de maneira mais tempestiva. Ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) foi recomendado orientar promotores e procuradores a requererem aos magistrados, em caráter cautelar, a alienação antecipada, conforme permite a legislação. O tribunal também recomendou ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) avaliar a criação de uma estrutura específica para gerenciar a administração e o leilão judicial desses bens. O ministro Aroldo Cedraz foi o relator do processo. Serviço: Acórdão nº 360/2012 – Plenário Ficha-síntese Processos: TC 021.180/2010-5 e TC 033.434/2010-7 Sessão: 15/02/2012 Secom - GS Tel.: (61) 3316-5060 E-mail: imprensa@tcu.gov.b |
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